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O que fazer?

5 à 8 anos:

• Discutir e mostrar que algumas coisas que você pode usar ou comer podem ser prejudiciais ao seu corpo. EX.: Se você adora chocolate e come todos os dias, grandes quantidades, você poderá ficar obeso, ter problemas estomacais, desarranjos intestinais, caries, etc.

• Elogiar suas crianças por manterem um bom cuidado de seus corpos, evitando coisas que podem ser prejudiciais a eles.

• Agora é hora de começar a explicar o que é álcool e cigarro.

• Explicar a idéia do vício, que o uso destas substâncias pode vir a ser um hábito ruim, difícil de parar, como a pessoa que come chocolate sem parar.

• Mostrar que algumas pessoas têm este tipo de hábito e para assumir esta decisão, somente quem é adulto: não é vendido para crianças. Se a venda ocorre é uma transgressão de lei.

• Explicar que drogas são vendidas ilegalmente e também fazem muito mau ao organismo.

• Explicar que as pessoas que usam drogas poder ser dependentes, e não conseguem se controlar. Retome o exemplo do chocolate, mostrando que pode ser assim com as drogas.

• Importante é transmitir mensagens de qualidade de vida, como se manter limpo, praticando alguma atividade, procurando diversões prazerosas, pois assim vão desenvolvendo internamente a idéia de que é possível se gostar e se divertir sem drogas.

9 à 11 anos:

• Crianças nessa idade podem lidar melhor com discussões mais sofisticadas. Use a curiosidade normal da criança para discutir como as drogas podem causar eventos traumáticos (como acidentes ou problemas familiares).

• Os amigos começam a ser extremamente importantes nesse momento, e as crianças mais velhas podem ser as primeiras a apresentar o álcool, tabaco ou drogas aos menores.

• Faça ensaios de situações onde os amigos oferecem drogas, discutindo sobre os tipos de respostas apropriadas.

• Uma das primeiras razões que os pré -adolescentes encontram para recusar maconha é o medo de “entristecer os pais”. Até certo ponto isto pode ser positivo, no sentido de protege -los.

12 à 14 anos:

• Adolescência é freqüentemente um período confuso e estressante, onde os jovens tentam entender quem são, buscando sua identidade. Nove entre dez adolescentes concordam que “atualmente parece que a maconha está em todo lugar”.

• Tire proveito das preocupações dos adolescentes em relação à aparência e imagem social, e aponte conseqüências indesejáveis imediatas pelo uso do cigarro e da maconha: mau hálito, dentes manchados, cabelo e roupas com mau cheiro. Aponte que o uso de drogas não é só perigoso, mas pode também levar a quebra das relações de amizade, podendo chegar até a prisão.

• Mostre também as conseqüências a longo prazo, como dano cerebral, câncer e prováveis acidentes, coma ou morte.

• Converse sobre as dificuldades em dizer "NÃO" para outros adolescentes. Não impondo seus valores, mas sim compreendendo os valores dos adolescentes para tentarem juntos chegar a uma alternativa.

• Fale sobre o risco de fazer, falar ou cometer atos sob os efeitos de drogas, que em sã consciência não seriam cometidos.

15 à 17 anos:

• Adolescentes mais velhos, em geral já tomaram decisões sobre usar ou não usar drogas. Agora é tempo de ajudá -los a continuar resistindo à pressão.

• Use razões especificas para reforçar porque as drogas são ruins: a dependência, mal formações dos filhos, acidentes de carro, prisão; o prazer é muito passageiro e pode custar caro.

• Estes estudantes estão pensando sobre o futuro; lembrem a eles que o uso de drogas pode arruinar suas chances de sucesso na faculdade e na escolhas profissionais, sociais e mesmo amorosas.

Tradução e adaptação do site www.druginfo.org (Take five minutes)


Independentemente da idade de seu filho, existem algumas atitudes importantes que devem ser refletidas:

• Evitar dentro de casa, as chamadas adições sociais: uso abusivo de bebidas alcoólicas, cigarro, medicações como pílulas para dormir ou emagrecer, comprar demais, etc.;

• Apoiar e respeitar a individualidade de seu filho, assim você estará favorecendo seu senso crítico, a coerência e uma alta auto-estima;

• Conheça seus amigos, permita que eles visitem sua casa e quando puder conheça os respectivos pais;

• Capacitar a resistir às pressões do grupo (amigos, família paralela);

• Ofereça sempre que puder um espaço favorável dentro de casa para conversarem. Assim, ele perceberá que é possível, quando for preciso, buscar ajuda dentro de casa;

• Reavalie os valores ou regras impostas dentro de casa, as vezes com o tempo, elas precisam ser "recicladas";


Toda criança ou adolescente têm um grande senso de esperteza, quando percebem que os pais estão confusos ou em desacordo, de alguma forma irão optar pelo lado mais conveniente a eles. Daí a importância dos pais manterem objetivos em comum em relação a educação de seus filhos.

 
 
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